Capítulo 9

Gosto dessa promiscuidade toda. E é por isso que até hoje não consigo me desligar do Jota… porque com ele eu não me sinto somente uma “mulher”; sinto-me mais do que isso… sinto-me uma “puta”.

Uma semana depois…

Mais uma consulta com a Dra. Kauffmann.

Chegando à consulta, vejo a minha psiquiatra com uma saia curta demais para uma profissional. Seu jaleco passa da altura da saia, que é levemente rodada. Está com uma blusa de renda cor off-white, fazendo um jogo de múltiplas tonalidades claras no visual “chic e sexy”… ela é bonita, muito bonita para uma ruiva natural. Eu nunca achei mulher ruiva bonita, mas essa tem uma beleza suave, serena. Ela se parece com aquelas bonecas de porcelana de antigamente: cabelos de cor bem laranja, pele claríssima, sardas marcantes e olhos de tom azul cristalino, que se complementam perfeitamente com seu rosto triangular, esticado. Não havia reparado, mas ela é realmente linda!

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Trilha Sonora: Eletricidade – Fernanda Porto

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